# 142



“Sabia-lhe bem a brisa fresca na cara e gostava de ver o dia a despedir-se, deixando as sombras ocupar lentamente os recantos da cidade. Agradava-lhe o cair da noite. As ruas estavam vazias de gente e ficavam só aqueles que, como ela, viviam os momentos sem culpa, com uma libertadora sensação de desperdício.”

Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Cristina Lopes

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