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# 2015
"Poderemos partir de um sítio onde já não estamos? Alguém sentirá a nossa falta?"
Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Teresa Bret Afonso
# 1999
"O tempo é um consumível escasso que não permite reutilização."
Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Teresa Bret Afonso
# 1910
"Subi à torre do centro da vila e parei os ponteiros do relógio que teimam ditar o ritmo daqueles que por ali passam. A correria do dia-a-dia, por instantes, dá lugar a um despertar de sentidos. As flores perfumam a rua. Consegues sentir?! A brisa do mar beija suavemente cada rosto. O som do tiquetaque é substituído pelo diálogo ou pela saudação e o sorriso. Como é bom sentir o sorriso! Aqui, do cimo da torre, observo o milagre da paragem dos ponteiros do relógio."
Texto e foto: Teresa Bret Afonso
# 1699
“O que sentirá o meu corpo com o teu abraço, depois de ter sido tocado pelo teu olhar?”
Texto: Ana Gilbert
Foto: Teresa Bret Afonso
# 1653
"Por isso não vivo, sonho. Por isso não penso, imagino. Por isso não compreendo, sinto."
Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Teresa Bret Afonso
# 1645
"Sabia-o o maior dos clichés, mas onde encontraria maior beleza do que na grandiosa pequenez da simplicidade?"
Texto: Patrícia Martins
Foto: Teresa Bret Afonso
# 1636
"E o menino disse: - Um dia quero ter a forma das nuvens, como eu as imagino."
Texto: Jorge Gomes Pereira
Foto: Teresa Bret Afonso
# 1617
"Rubro o ocaso. Intenso.
Olha sem ver. Sente. A brisa é suave e impregnada de maresia.
Não precisa saber. Estão ali. São como gaivotas.
Asas. Levantam voo.
Os sonhos. Os pensamentos. As palavras.
É ela, além, a menina dos pássaros."
Texto: Cristina Vicente
Foto: Teresa Bret Afonso
# 1526
"Olhou pela janela para fora de si, para o mundo que continuava a existir."
Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Teresa Bret Afonso
# 1475
"O tempo não voa, o tempo esconde-se atrás das árvores para não ser visto."
Texto: Cláudia Rocha
Foto: Teresa Bret Afonso
# 1415
"Chovia. Sabia que rezavas ao longe, na igreja. Conseguia ver-te, na intensidade do meu desejo. Mas esperei ver a chuva passar. A reza acabar. A luz aparecer para nos iluminar. Quando esta secou, a luz apareceu. E eu corri. Mas quando cheguei, a reza tinha acabado. E tu, tu já tinhas partido."
Foto: Teresa Bret Afonso
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