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# 1484
"Olhava pela janela à procura de alguém que a visse a si própria como uma janela."
Texto: Paulo Kellerman
Foto: Carina Martinho Coelho
# 1344
"A minha cabeça é um cemitério de vozes. Daqueles de aldeia com anjos de pedra que apontam para o infinito."
Foto: Carina Martinho Coelho
# 1315
"Mas claro que a janela da alma não é o olhar, como se lê em maus poemas; a janela da alma é a imaginação."
Texto: Paulo Kellerman
Foto: Carina Martinho Coelho
# 1305
"Alojou-se em mim uma necessidade animal de lhe falar sobre o amor.”
Texto: Andreia Azevedo Moreira
Foto: Carina Martinho Coelho
# 1015
"As esquinas de nossa cidade em que me aguardas a todo tempo deixaram de ser caminhos que se tocam. Lembras daquela brincadeira em que grudávamos tira sobre tira de papel com cola de água e farinha e criávamos cruzes, encruzilhadas, estrelas, raios de rotunda? Não. Não tens jeito de criança. Vi-te outro dia, nem cinco anos tinhas, jogando bolinhas de papel na contramão da escada rolante. O guarda brandiu o seu cassetete de borracha. Só querias ver se as bolinhas voltavam. Para ti."
Texto: Lorena Kim Richter
Foto: Carina Martinho Coelho
# 952
"Entre capas e contracapas escreve-se de amor."
Texto: Jorge Gomes Pereira
Foto: Carina Martinho Coelho
# 926
“Devia ser uma bênção não ter sentimentos. Não perder tempo para pensar ou sentir. Limitar-se a seguir a maré. A viver o momento. A suspender o vazio. A suspender-se no vazio.”
Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Carina Martinho Coelho
# 903
"Nada do que sou chega a ti, nada do que sinto parece chegar para ti. Fazes com que me sinta metade vazia sem a tua metade que iria encher-me por completo."
Texto: Helena Silva
Foto: Carina Martinho Coelho
# 868
"Tudo o que fazes é reagir a estímulos. Chamas a isso viver?"
Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Carina Martinho Coelho
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