"o amor sabe sempre a novo barrado de familiaridade
um estremecimento
como o verão que há dentro do outono ou aquela brisa que há dentro do verão
braços de quente e luz a inundar o peito
como se fora o brotar de flores num campo seco
os lábios a chegarem-se aos teus
uma inquietação
a pele a vestir-se de água
um sorriso um grito murmúrios
em chão de silêncio"
Texto: Isabel Pires
Fotos: Ana Gilbert




Gosto tanto da sequência de fotos da Ana ;)
ResponderEliminarObrigada!
obrigada, Isabel... e eu gosto das tuas palavras... e um obrigada ao Paulo por juntá-las :))
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