# 1670



"Cobarde. Contive o arrojo de elevar as mãos ao teu rosto, ou roubar-te o abraço que sonhei. Teria retido nas palmas e no corpo a tua temperatura. Isolada, como agora, aquecer-me-ia com o que sobrou do nosso encontro. Parco consolo para a ideia ressuscitada, inútil, ou para esta solidão com o teu nome."

Texto: Andreia Azevedo Moreira
Foto: Maria João Alves

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