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# 5072
Deus construiu o mundo com banalidades. Delas, fez-se o extraordinário.
God built the world with banalities. From them, the extraordinary was made.
Texto | Text: Ana Miguel Socorro
Fotografia | Photography: A. M. Catarino
# 5015
se nada for isto, o meu corpo
em colapso para a morte,
que seja tudo aquilo, o teu coração
num frenesi de vida
if nothing is this, my body
collapsing to death,
let it be all that, your heart
in a frenzy of life
Texto | Text: José Manuel
Fotografia | Photography: A. M. Catarino
# 2575
Os pássaros voam, tentando desmascarar o anjo que há em mim. Pouca sorte: sou um anjo de auréola vermelha, a meio caminho da metamorfose em demónio. Para voar, não basta abrir as asas.
Texto: A. M. Catarino
Fotos: Cristina Vicente
# 2345
Às vezes sinto que podia ser qualquer pessoa, e isso enche-me e esvazia-me ao mesmo tempo.
Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: A. M. Catarino
Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: A. M. Catarino
# 2281
"Ao envelhecer, a pele deixa de nos servir. Nenhuma roupa assenta bem quando a pele já é dois números acima do nosso."
Texto: A. M. Catarino
Foto: Selma Preciosa
# 2135
"Aprender a voar é tão difícil que ainda nenhum ser humano o conseguiu fazer por meios próprios – restam as palavras, pois, ao contrário dos aviões, não obedecem às leis da gravidade."
Texto: A. M. Catarino
Foto: Vilma Serrano
# 2083
"As árvores conhecem mais da vida numa folha do que os homens no corpo inteiro."
Texto: A. M. Catarino
Foto: Sílvia Bernardino
# 2060
"É um fado português desejar o impossível. Talvez seja a isso que chamam saudade."
Texto: A. M. Catarino
Foto: Fernando Silva
# 2039
"Geralmente a vida aparece sem pedir autorização para entrar."
Texto: A. M. Catarino
Foto: Raquel Ferreira Coimbra
# 2036
"Geralmente a vida aparece sem pedir autorização para entrar."
Texto: A. M. Catarino
Foto: Célia Guerra
# 2030
"Gosto das cores impossíveis – contam histórias que apenas os olhos podem ouvir."
Texto: A. M. Catarino
Foto: Carla de Sousa
# 1935
"Ao envelhecer, a pele deixa de nos servir. Nenhuma roupa assenta bem quando a pele já é dois números acima do nosso."
Texto: A. M. Catarino
Foto: Frankie Boy
# 1882
"A bandeira da derrota brinca com os meus sentidos, ao sabor do vento."
Texto: A. M. Catarino
Foto: Raquel Ferreira Coimbra
# 1880
"A bandeira da derrota brinca com os meus sentidos, ao sabor do vento."
Texto: A. M. Catarino
Foto: Vilma Serrano
# 1577
"Todas as histórias que chegam ao fim são tristes, pois trancam uma porta atrás de si."
Texto: A. M. Catarino
Foto: Teresa Marques dos Santos
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