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# 4174
Se soubesse, ensinava o tempo a relaxar. Até lá, observo e aprendo.
If I knew, I would teach time to relax. Until then, I observe and learn.
Texto | Text: Sandra Francisco
Fotografia | Photography: Maria Augusta
# 4144
Abraça devagar o que se pode perder depressa.
Embrace slowly what can be lost quickly.
Texto | Text: Ana Miguel Socorro
Fotografia | Photography: Maria Augusta
# 4057
Dentro de mim permanece a minha liberdade, intensa e caótica. Em ebulição permanente. À procura de uma janela.
Within me remains my freedom, intense and chaotic. In permanent ebullition. Looking for a window.
Texto | Text: Paulo Kellerman
Fotografia | Photography: Maria Augusta
# 4035
Tempo é tudo o que não tenho dentro de mim.
Time is everything that I don't have inside of me.
Texto | Text: Andreia Peixoto
Fotografia | Photography: Maria Augusta
# 3977
São tantos os gestos de amor que só entendemos mais tarde. Assim tão tarde...
There are so many gestures of love that we only understand later. So late...
Texto | Text: Nuno Pinto Bastos
Fotografia | Photography: Maria Augusta
# 3936
Tempo é tudo o que não tenho dentro de mim.
Time is everything that I don't have inside of me.
Texto | Text: Andreia Peixoto
Fotografia | Photography: Maria Augusta
# 3907
Janela. Céu aberto. Palavra azul. Memórias perdidas conduzem-me ao absurdo. Haverá pássaros algures.
Window. Open sky. Blue word. Lost memories lead me to the absurd. There are birds somewhere.
Prozor.Otvoreno nebo.Plava reč.Izgubljena sećanja me odvode do apsurda.Negde su ptice.
Texto | Text: Jelena Stankovic
Fotografia | Photography: Maria Augusta
# 3361
Não me deixes levantar as madrugadas sozinha
podemos engolir o orvalho juntos, arredondar o escuro
empurrar muros
e quem sabe, cair em lágrimas
Texto: Vera Carvalho
Vídeo: Maria Augusta
# 3326
Há no silêncio a nostalgia de um tempo que passa [quase que se desperdiça].
Texto: Nuno Pinto Bastos
Fotografia: Maria Augusta
# 3299
Conta cada batimento de tempo no coração que acelera…
Imenso é o espaço que tem à sua frente.
Anseia-o…
Texto: Cristina Vicente
Fotografia: Maria Augusta
# 3292
O tempo é apenas espera quando o meu nome se perde na tua voz.
Texto: Catarina Vale
Fotografia: Maria Augusta
# 3251
O que fazer com o que se sente e não se consegue explicar?
Texto: Paulo Kellerman
Fotografia: Maria Augusta
# 3233
Escondo-me
num silêncio de pele velada.
O que haja por detrás da íris:
para abandonar ao tremor dos teus dedos
vagueando
não queríamos ser os passos por dar
nem a pele por suspirar
Texto e foto: Maria Augusta
# 3171
O céu e o mar têm nuances que nem a Pantone consegue imitar. Abre a pestana e molha os pés, o resto? Esquece.
Texto: Sandra Francisco
Foto: Maria Augusta
Texto: Sandra Francisco
Foto: Maria Augusta
# 3158
a noite
atreve um qualquer maior ruído nas palavras
perturba o ardor
Do vazio
E
persistia em reclamar para si o abraço da manhã seguinte
sentia que tinha perdido a límpida nudez
ainda quase infantil
um mergulho pleno e claro nos sentidos
Os pensamentos mudaram
Apenas os pensamentos
Ser novo dia
já era mais atroz que incógnita
Texto e foto: Maria Augusta
# 3135
E assim, de repente, apercebeu-se de que não era só o seu coração que estava seco, mas também a sua voz e as suas mãos.
Pelas palavras que não mais foram ditas e as letras que, presas nas suas mãos imóveis, se refugiaram na timidez de quem nada sente.
Texto: Maria João Faísca
Foto: Maria Augusta
Pelas palavras que não mais foram ditas e as letras que, presas nas suas mãos imóveis, se refugiaram na timidez de quem nada sente.
Texto: Maria João Faísca
Foto: Maria Augusta
# 3126
O vento penetrava gélido cada poro do seu corpo
Sacudia os lugares mais recônditos
do vazio à espera
da intimidade das palavras
Texto e foto: Maria Augusta
# 3107
E assim, de repente, apercebeu-se de que não era só o seu coração que estava seco, mas também a sua voz e as suas mãos.
Pelas palavras que não mais foram ditas e as letras que, presas nas suas mãos imóveis, se refugiaram na timidez de quem nada sente.
Texto: Maria João Faísca
Foto: Maria Augusta
Pelas palavras que não mais foram ditas e as letras que, presas nas suas mãos imóveis, se refugiaram na timidez de quem nada sente.
Texto: Maria João Faísca
Foto: Maria Augusta
# 3102
Estar quieta tem prazo de validade e o meu corpo pede intenção.
Texto: Ana Miguel Socorro
Foto: Maria Augusta
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