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# 3339
Nas cumplicidades, os risos acontecem como se o mundo estivesse à espera de os escutar...
Texto: Catarina Vale
Fotografia: Selma Preciosa
# 3323
Despertas na cama do dia que amanhece, ao lado do calor de possibilidades infinitas. Abres a janela e abraças o céu como tela rasgada de luz, que pintas com a memória dos toques de pele da noite que te tirou o sono.
Bom dia, sussurra o sol. Dormiste bem?
Texto: Mariana Costa
Fotografia: Selma Preciosa
# 3295
Viverá nos sonhos a perfeição que o toque receia deixar de fazer existir...
Texto: Catarina Vale
Fotografia: Selma Preciosa
# 3264
O que queres saber? Toca-me...
Sou um catálogo vivo de patologias, uma espécie de compêndio médico escrito por leiga.
Texto: Sandra Francisco
Fotografia: Selma Preciosa
# 3142
se o amor fosse um jogo
tinha sabor a casa de partida
e isto é mais verdade quando te lavro estrelas no peito aberto
Texto: Isabel Pires
Foto: Selma Preciosa
# 3134
Os pensamentos correm a uma velocidade difícil de os memorizar.
Texto: Maria João Rocha
Foto: Selma Preciosa
# 3123
Talvez, um dia, o mundo se esqueça de quem somos e a verdadeira liberdade aconteça.
Texto: Catarina Vale
Foto: Selma Preciosa
# 2466
Tentar extinguir o amor verdadeiro é o mesmo que tentar impedir o vento de soprar.
Texto: Pedro Ferrão
Foto: Selma Preciosa
Texto: Pedro Ferrão
Foto: Selma Preciosa
# 2413
Estamos a perder. A deixar de ser. Para ser outra coisa. A fragilidade humana é isto. Ter de viver sem saber o que se é.
Texto: Mónia Camacho
Foto: Selma Preciosa
# 2362
As palavras que tinha para ti, larguei-as ao vento, na esperança que ele as leve aonde eu nunca vou chegar.
Texto: Liliana Silva
Foto: Selma Preciosa
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