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# 1530



"Foi amor e, agora que já não te pertenço, agora que já não conheço os teus contornos, agora que não sei o que procuram os teus olhos, onde tocam as tuas mãos, que mundo abraçam os teus braços, continua a ser amor."

Texto: Helena Simão
Foto: Vilma Serrano

# 1506



"Foi amor e, agora que já não te pertenço, agora que já não conheço os teus contornos, agora que não sei o que procuram os teus olhos, onde tocam as tuas mãos, que mundo abraçam os teus braços, continua a ser amor."

Texto: Helena Simão
Foto: Teresa Marques dos Santos

# 1483



"Desprendeste-te de mim como as folhas das árvores. Assim, de mansinho, soltaste-te e foste. Seguiste por um destino que não procuravas, mas que fazia sentido para ti. Olhaste para esse horizonte longínquo e foste, sem olhar para trás. Perdi-te quando o teu coração ganhou o mundo."

Texto: Helena Simão
Foto: Cristina 
Vicente

# 1159



"Absorvi cada momento como se fosse o último, como se tudo o que estava a começar estivesse a expirar. Devorei cada segundo com a intensidade de quem precisa de matar a fome e a sede. Era fome e sede de ti."

Texto: Helena Simão
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1066



"- Por que vais?
- Porque não pertenço a lado nenhum.
- Mas eu sou tua. O que serei eu se não for tua?"


Texto: Helena Simão
Foto: Tânia João

# 1028



"Vai, que eu fico por aqui. É este o meu lugar, mesmo que já não seja nosso, mesmo que tenhas desistido de o construir, palavra sobre palavra, amor sobre amor. Vai, que eu continuo aqui."

Texto: Helena Simão
Foto: Sónia Silva

# 1024



"Acredito que não são os fins que nos definem, mas a forma como encaramos cada recomeço. Acredito em finais felizes, mas ainda mais em inícios felizes e em viagens felizes."

Texto: Helena Simão
Foto: Filipa Bocchi 

# 1014



"Podes perder a conta às reviravoltas, aos caminhos sem saída, aos sentidos proibidos da vida, mas não te baralhes com o que queres, com o que és, com o que faz o teu coração bater."

Texto: Helena Simão
Foto: Inês Sarzedas

# 957



"Não te disse adeus. É uma palavra proibida quando a esperança, que ainda me faz acelerar o coração, está sempre gravada no meu olhar. Não te virei as costas. Afastámo-nos na esquina da vida e nos degraus dos problemas."

Texto: Helena Simão
Foto: Ana Marques

# 798



"O que importa o amanhã se amanhã já não vais estar aqui e a saudade, qual rosa cravada de espinhos, vai atormentar-me e impedir-me de respirar? Para quê respirar se não posso viver? O que importa o amanhã se não podes ficar?"

Texto: Helena Simão
Foto: Ana Gilbert

# 752



"Nada do que sou chega a ti, nada do que sinto parece chegar para ti. Fazes com que me sinta metade vazia sem a tua metade que iria encher-me por completo."

Texto: Helena Simão
Foto: Sílvia Bernardino

# 659



“Não…”
Com estas três letras arrasaste os meus sonhos, abanaste todo o meu chão até que eu caísse, apagaste o meu horizonte. Mas eu vou erguer-me, devagar, e procurar por outras três letras, as únicas capazes de me devolver a vida, as únicas que me farão voltar a acreditar.
“Sim...”

Texto: Helena Simão
Foto: Rui Mãos de Cenoura

# 634



"Absorvi cada momento como se fosse o último, como se tudo o que estava a começar estivesse a expirar. Devorei cada segundo com a intensidade de quem precisa de matar a fome e a sede. Era fome e sede de ti."

Texto: Helena Simão
Foto: Rosa Paixão

# 623



"E se este abraço fosse simplesmente o início e o fim do nosso mundo?
E se os nossos braços fossem a âncora que nos mantém vivos?"

Texto: Helena Simão
Foto: Elisabete Antunes

# 594



"E, de repente, despiste todos os meus medos, as minhas dúvidas, todas as minhas frases feitas. Retiraste a máscara com que protegia o meu coração de ti. Fiquei nua de mentiras, de receios, de desconfianças. Não de medo, que o medo alimenta o sonho, alicerça a confiança, dá força à fé."

Texto: Helena Simão
Foto: Sónia Silva

# 556



"O que eu queria era não desesperar com o tempo que ainda me resta hoje, com o amanhã, o depois de amanhã. O que fazer com todo este tempo se só tu sabias como o preencher de cor, de emoção, de amor?"

Texto: Helena Simão
Foto: Rui Mãos de Cenoura

# 480



"Perdoa-me se não foi demolidor, se não foi avassalador, se não foi assustador. Só o que nos assusta por dentro vale a pena. Só o que nos faz tremer as pernas, as mãos e o corpo todo vale a pena."

Texto: Helena Simão
Foto: Inês Sarzedas

# 460



"Nada do que sou chega a ti, nada do que sinto parece chegar para ti. Fazes com que me sinta metade vazia sem a tua metade que iria encher-me por completo."

Texto: Helena Simão
Foto: Carla de Sousa