Mostrar mensagens com a etiqueta Clara Ribeiro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Clara Ribeiro. Mostrar todas as mensagens

# 4402



Olho o reflexo que o espelho retribui e procuro-me.

I look at the reflection in the mirror and search for myself.

Texto | Text: Clara Ribeiro
Fotografia | Photography: Carla Sofia Sousa

# 3986



Dá-me asas para permanecer!

Give me wings to stay!

Texto | Text: Clara Ribeiro
Fotografia | Photography: Antonio Cantos

# 3510




As memórias crescem onde não as cogitas...

[Memories grow where you don’t cogitate them...]

Texto | Text: Clara Ribeiro
Fotografia | Photo: Frankie Boy

# 3486




As memórias crescem onde não as cogitas...

[Memories grow where you don’t cogitate them...]

Texto | Text: Clara Ribeiro
Fotografia | Photo: Cristina Vicente

# 3043



O passado dela repousa ali, noite após noite, dentro duma carteira velha, atirado para o fundo do armário. E o dele? Onde terá sido armazenado?
Eles? Dormem placidamente, afinal a noite é para isso e o passado é só isso, o que passou!

Texto: Clara Ribeiro
Foto: Raquel Ferreira Coimbra

# 3034



Ao longe vislumbrei a tua silhueta, desvanecendo-se na esquina do dia!

Texto: Clara Ribeiro
Foto: Cristina Vicente

# 3014



Paira no ar, presa por fios invisíveis, suspensa na ampulheta do tempo, quietude inquieta em espera daquilo que nem ela conhece... Lá em baixo? Todos bulem e ninguém a vislumbra, ainda que todos a vejam sorrir!

Texto: Clara Ribeiro
Foto: Maria Jorge Soares

# 2985




O peso que te oprime o peito foi macerado por anos, misturando minutos com segundos intermináveis de acontecimentos ocos e repletos de tudo.

Texto: Clara Ribeiro
Foto: João Oliveira

# 2961




Deambulo entre calafrios e ondas de calor extremo, nivelando a temperatura, por fim, numa cascata de prazer!

Texto: Clara Ribeiro
Foto: Ana Leiria

# 2926




Num anelo de evasão imaginou jornadas. Perdeu-se por caminhos empedrados, ruas ladeadas de casas rústicas e arvoredo frondoso, margens de ribeiros gelados e translúcidos, cidades recheadas de bulício e crepitantes de gente ávida de vida rápida e excitante. Sentia-se envolvido na atmosfera daqueles locais longínquos, onde era incógnito, inexistente, onde se estava bem por isso, por se ser gritantemente transparente.
Acordou em frémito, estranhamente relaxado e pronto para a vida. Ao levantar-se não sentiu a queda do passaporte colocado minuciosamente na mesa-de-cabeceira, ao lado dos sonhos, e viveu!

Texto: Clara Ribeiro
Foto: Sílvia Bernardino

# 2922




Tropeçamos em ti, Tempo! Embatemos na lentidão dos teus ponteiros, nada almejamos, qualquer movimento é infrutífero e despropositado, e a ampulheta não vira. E assim, somos impotentes para aproveitar os dias, que sabemos serem finitos.

Texto: Clara Ribeiro
Foto: João Antunes

# 2918




Os nossos sons são sublimes, os silêncios repletos de conteúdo.

Texto: Clara Ribeiro
Foto: Frankie Boy

# 2907



À medida que me inundam os pensamentos, assumo as palavras como minhas e uso-as a meu bel-prazer!

Texto: Clara Ribeiro
Foto: Cristina Vicente

# 2896



Aquelas noites que transformam o negro, mesmo do breu mais escuro, num branco luminoso de insónia.

Texto: Clara Ribeiro
Foto: Ana Leiria

# 2882



De olhos semicerrados, vislumbro os teus pousados em mim, num incomparável arrepio de alma!

Texto: Clara Ribeiro
Foto: Ana Gilbert

# 2878




E de ímpeto, o firmamento chora as penas dos que por cá calcorreiam dias de águas agitadas.

Texto: Clara Ribeiro
Foto: Rah Pha

# 2869




Se amanhã me finar, se o sonho acabar, o que de mim vais recordar?

Texto: Clara Ribeiro
Foto: Francisco Válga

# 2860



Na claridade vejo a tua luz a nu, na escura clareza das horas matinais.

Texto: Clara Ribeiro
Foto: Diana R. Castro