“Escrevo-te devagarinho, evitando corromper este silêncio cristalino com o ruído mecânico da máquina de escrever.” Texto: Fábio H. L. Martins Foto: Teresa Marques dos Santos
“Um lento torpor fumegante dissipa-se e nada já incandesce. O medo do vazio acende-se, porém. Num claro assomo de solidão grito-te, mas a voz não sai. Alguma coisa me prende ao silêncio. Emudeço.”