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# 1395



"É no sentir do teu olhar que eu me (re)vejo."

Texto: Jorge Gomes Pereira
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1375



"Não importa a direcção escolhida. Olhe para onde olhar, escolha o caminho que escolher, vejo sempre o mesmo. Vejo liberdade."

Texto: Paulo Kellerman
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1358



"É a sentir a liberdade dos outros que me acontece ser eu."

Texto: Mónia Camacho
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1246



"Vamos dançar?
Pus a tua música favorita a tocar… O vento…"

Texto e Foto: Teresa Bret Afonso

# 1234



"Abres o jornal para saber da vida. Embora saibas que é nas entrelinhas da mesma que esta se lê. Foca-te. Foca no que não está escrito. Não está claro. Mas está lá."

Texto: Renata Barbosa
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1218



"O lado de dentro dos olhos sabe de coisas que o lado de fora não consegue ver."

Texto: A. M. Catarino
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1210



"Os segredos das crianças são chaves que mais tarde vão abrir a vida."

Texto: Mónia Camacho
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1200



“Porque o mundo está em permanente estado de espera e um banco vazio representa isso mesmo: espera. Mas também possibilidade; o vazio não significa ausência de tudo mas, pelo contrário, possibilidades infinitas. Se algo está vazio, há espaço para ser preenchido por qualquer coisa, por tudo. Seja um banco, seja uma vida.”

Texto: Paulo Kellerman
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1188



“Quando o sol conheceu a lua, ela já sabia que o amava. Que sem ele não existia. Quando o sol conheceu a lua o inverno tornou-se verão, os dias passaram depressa, numa enorme lentidão. Quando o sol conheceu a lua?”

Texto: Andreia Monteiro
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1177



"- Onde queres passear hoje? -, perguntou a árvore."

Texto: Paulo Kellerman
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1171



"Mertens dançante de regresso à minha rua,
devolvendo-me a Lua Cheia
em noite de chuva miudinha."

Texto: José Alberto Vasco
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1159



"Absorvi cada momento como se fosse o último, como se tudo o que estava a começar estivesse a expirar. Devorei cada segundo com a intensidade de quem precisa de matar a fome e a sede. Era fome e sede de ti."

Texto: Helena Simão
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1154



"Janelas. Podemos abrir. Podemos fechar. Podemos semicerrar. Podemos deixar entrar a luz. Ou fechar, se queremos a escuridão. Podemos entreabrir e sussurrar, em misterioso lusco-fusco. E apreciar o movimento das sombras. Deixá-las lentamente fluir ou brincar com elas. Janelas. Há um sabor apimentado ao saltar a janela. Um cheiro a perigo e um sentir os pés em terreno movediço. Janelas. São muito melhor que portas. São as janelas."

Texto: Renata Barbosa
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1144



"Benditas as águas que nos fazem felizes. Sejam salgadas, bromadas ou até cloradas. Sejam lágrimas que nos aliviam as dores, sejam lágrimas que largamos de tanto rir, sejam as águas da chuva que nos lavam a alma e que arrastam os males pelas sarjetas. As melhores águas rebentaram-me há uns anos. E hoje, a cada dia, celebramos com água este nosso laço. Este elo umbilical que nos une e que assume a culpa do nó cego que há muito me cegou de amor. A melhor laçada da minha vida. E a única que nunca quererei desenlaçar..."

Texto: Renata Barbosa
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1131



"Chovia tanto que parecia que os céus se abriam para castigar os da terra, que se abria também em rios, arrastando a felicidade dela. Na tormenta, adormeceu. E quando acordou viu que da fenda aberta surgiu o sol e a luz que a aqueceu. Viu que o solo tinha absorvido as águas revoltas. Viu que desse solo molhado surgira uma flor. E escreveu: depois do hoje vem o amanhã. E não haverá nunca amanhã sem hoje."

Texto: Renata Barbosa
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1126



“Há dias em que apetece sair da penumbra e mergulhar no infinito azul. Onde nenhum caminho foi ainda sulcado pelo lento andar dos homens.”

Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1116



“És o outro lado do meu espelho. És a tela onde me projecto.”

Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Teresa Bret Afonso

# 1108



"Não te demores, o meu abraço precisa do teu."

Texto: Jorge Gomes Pereira
Foto: Teresa Bret Afonso