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# 1213



"Poderá a soma dos corpos subtrair a solidão?"

Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Elisabete Antunes

# 1204



"«Só.» Quanto peso numa palavra tão pequena."

Texto: Andreia Azevedo Moreira
Foto: Elisabete Antunes

# 1189



"O seu único talento: descortinar as subtilezas da vida."

Texto: Andreia Azevedo Moreira
Foto: Elisabete Antunes

# 1181



"Mas também, onde estava escrito que o destino final da humanidade era a felicidade?"

Texto: A. M. Catarino
Foto: Elisabete Antunes

# 1169



"É quando o sol beija a terra que tudo se pinta de uma nova cor. A hora é certa. O minuto talvez. Mas é no segundo que tudo acontece. É rápido e veloz a percorrer cada centímetro de nós. Devora alegrias e tristezas como uma trituradora em filme de ficção. Petrifica o mal. E faz correr o vento, que leva as tempestades para longe. Hoje, o momento tem fim na mais bela cor pintada nos céus. Mas amanhã, ó artista dos céus pincelados, pintarás novamente essa cor em mim. Assim será amanhã, saberás tu. Quando, novamente, o sol lentamente descer a beijar terra."

Texto: Renata Barbosa
Foto: Elisabete Antunes

# 1160



"Sempre me faltou
um poema sobre a morte,
embora prometa restar sempre vivo."

Texto: José Alberto Vasco
Foto: Elisabete Antunes

# 1125



"Tudo o que temos é o silêncio da noite, o ruidoso silêncio formado por vozes, risos, gritos, suspiros, lamentos; o silencioso ruído do mundo."

Texto: Miguel Clemente
Foto: Elisabete Antunes

# 1102



"Serena, esta fala deste mar.
Doce este silêncio,
que deixa adivinhar a lua."

Texto: José Alberto Vasco
Foto: Elisabete Antunes

# 1080



"Quando chegaram ao rio, a noite rabiscava amarelo a lua crescente. A música e a dança deram lugar a vozes baixinhas e mãos ligeiras. Um por um, os barcos escapuliram da caixa. Um por um, começaram a navegar. Brincavam com as pequenas ondas e ameaçavam tombar, atrapalhavam-se com algum galho e perdiam-se na ramalheira carregada de flores debruçada sobre a água . Mas chegou a hora de todos zarparem. Barcos miúdos à vela feitos das pequenas inutilidades do dia. Corriam o rio!"

Texto: Lorena Kim Richter
Foto: Elisabete Antunes

# 1017



"Muitas vezes não há qualquer ligação entre o pensamento e as mãos, porque ambos parecem ter vida própria."

Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Elisabete Antunes

# 998



"Olho para o céu: o azul nunca vai acabar. É a única convicção que tenho."

Texto: Mónia Camacho
Foto: Elisabete Antunes

# 975



“Abriu o envelope e não se conteve. Chorou, riu, saltou de contente, foi um libertar de emoções. Estava ali aquilo que ela mais queria. Aquilo com que sonhava todos os dias, todas as noites. Estava ali a vida, a sua. Estava ali, agora presa nos seus dedos, agarrada às suas mãos e ela sabia que não a podia deixar ir. Estava ali, era dela e ela não se conteve. Sim, a vida é isso mesmo, uma mão cheia de incontimentos.”

Texto: Jorge Gomes Pereira
Foto: Elisabete Antunes

# 967



"Hoje vi o arco-íris e imaginei o teu sorriso dançando entre o arco azul e o lilás."

Texto: José Alberto Vasco
Foto: Elisabete Antunes

# 955



"A noite é o lugar onde se desenrolam os sonhos, como novelos que estiveram arrecadados durante o dia e se deslindam no conforto da escuridão, como linhas duma esferográfica a escrever uma trégua na natureza humana.
O dia não tem nenhum bolso onde guardar um cessar-fogo.
A manhã é demasiado cedo, a tarde demasiado curta."

Texto: A. M. Catarino
Foto: Elisabete Antunes

# 935



"Negaste-me tudo. Tempo. Espaço. Memória. Deixei de existir."

Texto: Clara Vales
Foto: Elisabete Antunes

# 882



"Nessa noite, senti a dor do envelhecimento, senti a angústia da minha debilidade, da fragilidade do corpo. Senti a minha vulnerabilidade. E tive medo."

Texto: Miguel Clemente
Foto: Elisabete Antunes

# 866



"Esta era a sua realidade, toda a realidade que alguma vez tivera e tudo o resto tinham sido sonhos."

Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Elisabete Antunes