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# 1379
"Terá havido antes algo no sítio daquilo que agora somos?"
Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Sílvia Bernardino
# 1366
“A verdade e o amor são como a água: procuram sempre uma saída.”
Foto: Sílvia Bernardino
# 1321
"Eu sou o sonho que leva àquilo que és, és aquilo que sonhas."
Foto: Sílvia Bernardino
# 1312
"Amar-te
é comer-te viva
e fazer-te deitar fogo pelos olhos."
Foto: Sílvia Bernardino
# 1300
Texto: Andreia Azevedo Moreira
Foto: Sílvia Bernardino
# 1283
"- Como é possível gostares tanto de mim?
- O meu coração é elástico... quanto mais gosto de ti, mais ele cresce; e quanto mais cresce, mais eu quero gostar.
- E se crescer tanto que, um dia, rebenta?
- Tu apanharás os pedaços um a um... sei que sim. E pedaço a pedaço, voltarás a recompô-lo."
Texto: Paulo Kellerman
Foto: Sílvia Bernardino
- O meu coração é elástico... quanto mais gosto de ti, mais ele cresce; e quanto mais cresce, mais eu quero gostar.
- E se crescer tanto que, um dia, rebenta?
- Tu apanharás os pedaços um a um... sei que sim. E pedaço a pedaço, voltarás a recompô-lo."
Texto: Paulo Kellerman
Foto: Sílvia Bernardino
# 1264
"Porque haveremos de desejar ver o céu limpo, se há tanta beleza em lá podermos escrever, em fofo algodão branco, o nosso destino? Se lá podemos encontrar o encanto, transformar farrapos em obras de arte, imaginar que o mundo é redondo e sem fim... Porquê querer um céu limpo de tudo e de nada, quando me deito contigo na areia, o filme corre de forma veloz pelos céus e o mundo para para nós?"
Texto: Renata Barbosa
Foto: Sílvia Bernardino
# 1253
"Antônio, meus barcos são velhos, seus cascos trazem pequenas rachaduras, se enchem de mar. Submersos, velam as minhas funduras.
Mas há um, meu querido, que está sempre a correr. A proa indefesa a te lançar no reduto de minha ternura."
Texto: Lorena Kim Richter
Foto: Sílvia Bernardino
Mas há um, meu querido, que está sempre a correr. A proa indefesa a te lançar no reduto de minha ternura."
Texto: Lorena Kim Richter
Foto: Sílvia Bernardino
# 1238
"Nunca deveria terminar a vida de quem não teve tempo de viver.
Uma passagem apressada onde não se encontra justificação para a partida. Deixa-se sempre muito, mas nunca o suficiente para colmatar o vazio do que deveria ter sido. Zangamo-nos com o que não controlamos e nunca conseguiremos entender, desejando que todos os tempos que fazem o nosso se dilatem para além do que nos é possível ver.
A existência, de tão efémera que é, só deveria permitir morrer quem teve tempo de pecar..."
Uma passagem apressada onde não se encontra justificação para a partida. Deixa-se sempre muito, mas nunca o suficiente para colmatar o vazio do que deveria ter sido. Zangamo-nos com o que não controlamos e nunca conseguiremos entender, desejando que todos os tempos que fazem o nosso se dilatem para além do que nos é possível ver.
A existência, de tão efémera que é, só deveria permitir morrer quem teve tempo de pecar..."
Texto: Catarina Vale
Foto: Sílvia Bernardino
# 1222
"- Como sabe o vento por onde ir, em que direcção soprar?
- Procura as suas cores preferidas. E segue-as."
Texto: Paulo Kellerman
Foto: Sílvia Bernardino
# 1203
"Dou-te o céu, disse a mãe.
Não sabia que a liberdade era azul, respondeu o filho."
Texto: Paulo Kellerman
Foto: Sílvia Bernardino
# 1191
“Serei rio a sonhar ser árvore ou árvore a sonhar ser rio?”
Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Sílvia Bernardino
# 1182
"Não é o que cobres com luz que me atrai. É a escuridão que escondes que me cega."
Texto: Elsa Margarida Rodrigues
Foto: Sílvia Bernardino
# 1158
"Estava o céu a passear numa manhã de Inverno quando pensou: podia descansar um pouco aqui. E descansou, à beira de uma árvore."
Texto: Paulo Kellerman
Foto: Sílvia Bernardino
# 1141
“Engraçado como também as árvores parecem possuir as suas personalidades, parecem revelar os seus estados de alma.”
Texto: Paulo Kellerman
Foto: Sílvia Bernardino
# 1111
"Caixa de alma
Vou colhendo fragmentos de vida e guardo-os numa caixa. A essa caixa chamo alma."
Texto: Paulo Kellerman
Foto: Sílvia Bernardino
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