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# 1486
"Chamar-te Cerejinha,
trincar-te os dedos dos pés,
devorar-te de prazeres."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Sílvia Bernardino
# 1452
"O céu deve ser mais ou menos assim. Sem trouxas de ovos.
Enfeitiçado pelo teu sorriso. E com esta música de algodão."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Chico Vilaça
# 1434
"Lembrei-me hoje do teu perfume e
da música que saía do teu corpo,
bem como do poema que tanto me pediste e
nunca te escrevi."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Elisabete Antunes
# 1380
"areia, mar, rochas, nuvens e outras loucuras da nossa solidão evoluem a um ritmo aparentemente esbatido pelo silêncio, perante o nosso olhar e a nossa atenção"
Foto: Paula Melo
# 1360
"Amante coroada
em redentora orgia de sexo e calcário.
Desvairo de arte e paixão."
Foto: Vilma Serrano
# 1314
"O que aqui me interessa é apenas contar histórias. Tantas histórias quanto os infinitos percursos que estas minhas personagens possam percorrer depois de se terem transformado em zombies, correndo por esse mundo fora. Possibilidades tão infinitas como a inspiração de cada um de nós, actores ou espectadores da interminável aventura que aqui se inicia…"
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Tânia João
# 1312
"Amar-te
é comer-te viva
e fazer-te deitar fogo pelos olhos."
Foto: Sílvia Bernardino
# 1171
"Mertens dançante de regresso à minha rua,
devolvendo-me a Lua Cheia
em noite de chuva miudinha."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Teresa Bret Afonso
# 1163
"Sei agora que cantas como uma deusa e que atravessas o Alentejo com a eterna paixão de quem atravessa a vida."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Ana Moderno
# 1160
"Sempre me faltou
um poema sobre a morte,
embora prometa restar sempre vivo."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Elisabete Antunes
# 1150
"O teu olhar dança. Dança e faz dançar. E sei que queima. Muito."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Vilma Serrano
# 1146
"Hoje é o dia que os cravos serão sempre rosas. E o mais importante é isso mesmo, fazer com que essas rosas iluminem sempre o nosso caminho."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Carla de Sousa
# 1104
"Lembrei-me hoje do teu perfume e
da música que saía do teu corpo,
bem como do poema que tanto me pediste e
nunca te escrevi."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Filipa Bocchi
# 1102
"Serena, esta fala deste mar.
Doce este silêncio,
que deixa adivinhar a lua."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Elisabete Antunes
# 1082
"Doce, aquela noite
em que te dançaste
sendo todas as cores do mundo."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Ana Gilbert
# 1050
"As minhas personagens aparentam ser naturezas mortas, estáticas, inertes… Todavia, receio que a noite lhes permita ganhar vida e circular por esse mundo fora…"
Texto: José Alberto Vasco
Fotos: Ana Gilbert
# 1032
"Sentámo-nos num banco de jardim a conversar como os dois namorados que não éramos. E rimo-nos como nunca ríramos, em frente a um velho desdentado que nessa tarde me pareceu um deus. Senti-me tão feliz como se fôssemos realmente o casal que provavelmente nunca seremos."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Filipa Bocchi
# 1026
"Sei agora que cantas como uma deusa e que atravessas o Alentejo com a eterna paixão de quem atravessa a vida."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Teresa Bret Afonso
# 967
"Hoje vi o arco-íris e imaginei o teu sorriso dançando entre o arco azul e o lilás."
Texto: José Alberto Vasco
Foto: Elisabete Antunes
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