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# 1726
"Renasço na singularidade de cada uma das tuas imperfeições."
Texto: Catarina Vale
Foto: Peter A. Gilbert
# 1721
“Respiro... De olhos abertos, escolho o ar que alimenta o sonho e preenche as fissuras de ilusões mascaradas.”
Texto: Catarina Vale
Foto: Frankie Boy
# 1715
"Caminha. Percorre as ruas esquecidas duvidando se são reais."
Texto: Catarina Vale
Foto: Teresa Marques dos Santos
# 1704
"Será que é por sermos tantos num só que vivemos impossibilitados de conhecer o nosso rosto?"
Texto: Catarina Vale
Foto: Maria João Alves
# 1697
"Por vezes, o tempo avança tornando os dias em segundos impossíveis de deter."
Texto: Catarina Vale
Foto: Frankie Boy
# 1671
"Há momentos, que de tanto os esquecer, ficarão em mim para sempre."
Texto: Catarina Vale
Foto: Raquel Ferreira Coimbra
# 1667
"Será que é por sermos tantos num só que vivemos impossibilitados de conhecer o nosso rosto?"
Texto: Catarina Vale
Foto: Elisabete Antunes
# 1658
“Respiro... De olhos abertos, escolho o ar que alimenta o sonho e preenche as fissuras de ilusões mascaradas.”
Texto: Catarina Vale
Foto: Raquel Ferreira Coimbra
# 1629
"Por vezes, o tempo avança tornando os dias em segundos impossíveis de deter."
Texto: Catarina Vale
Foto: Ana Marques
# 1621
"Adormecia, sempre, na esperança de que ao acordar o mundo aguardasse para ser tocado pela primeira vez. O estado mais puro de tudo. A perceção da inocência da espera que não sabe o que esperar. Respostas isentas de ensaios libertadas pelo que se fez sentir. Talvez, o único momento em que a verdade não saberia ser mentira...Adormecia a procurar no sonho a certeza da vida. A fuga de uma existência confundida na dos outros. E os outros confundidos no que são, retalhados pelo que querem ser, denunciam-se nas palavras privadas dos gestos que as fazem valer. Será que é por sermos tantos num só que vivemos impossibilitados de conhecer o nosso rosto? Aguentaríamos ver quem pensamos ocultar?
Adormecia sem saber quem encontraria pela manhã. Sem saber qual a memória que lhe iria reger a mente ou quantas batidas lhe permitiria o coração. A imprevisibilidade que desperta o instinto e redescobre as emoções, transformando-nos em seres impossíveis de controlar. A surpresa de irmos onde nunca sequer deixámos encaminhar-se o pensamento. A compreensão do que sempre foi arrevesado. Vazio que aumenta assim que se consegue completar.
Adormecia... Sossego da alma na calma do corpo..."
Texto: Catarina Vale
Foto: Ana Gilbert
# 1615
"Ignora que a tristeza surge num tempo que é possível dilatar. Que é na fugacidade de um momento que se concebe a saudade."
Texto: Catarina Vale
Foto: Carla de Sousa
# 1586
"Procuravas a carne, mergulhaste no sangue. Raso de emoções... Cravejei-te de prazer..."
Texto: Catarina Vale
Foto: Carla de Sousa
# 1584
"Como se apaga o que se marca no vazio? Como se deixa de ouvir o que ecoa dentro de nós?"
Texto: Catarina Vale
Foto: Teresa Marques dos Santos
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